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Resenha: série Dark




Dark é uma série original da Netflix produzida na Alemanha e criada por Jantje Friese e Baran bo Odar. Ao todo, são 26 episódios divididos em 3 temporadas, em que a última delas teve seu lançamento no último dia 27 de Junho.

Essa resenha vai ser dividida em duas partes: num primeiro momento vou falar sobre a série de um modo geral e depois darei minha opinião sobre a terceira e última temporada.

Como a própria série reforça: O começo é o fim e o fim é o começo. Nesse sentido, na primeira temporada, a história gira em torno de três principais anos: 2019, 1986 e 1953, ou seja, um ciclo de 33 anos. A série começa em 2019, com o desaparecimento de um adolescente na tranquila cidade de Winden. Ao começar a investigação, percebe-se que não se trata de um simples desaparecimento, mas sim de algo mais sombrio e obscuro. Com o desenrolar da investigação, a série se mostra uma incrível ficção científica, em que viagens no tempo existem e vários conceitos de física quântica, misturados à mitologia cristã, traçam o destino da pequena cidade.

Essa série vai te prender e te mostrar um mundo que você vai querer conhecer. Você vai conhecer a cidade, os personagens, vai pensar que entendeu tudo e depois vai mudar de ideia. Você vai parar e pensar quantas vezes forem necessárias para você prosseguir. Você vai chorar e também sorrir. Vai odiar e vai amar. Será que existe alguma palavra capaz de descrever essa série? Se existe, eu ainda não descobri, mas o mais próximo que eu posso dizer é que ela é simplesmente brilhante. O desenrolar da história é muito cativante, pois te faz querer realmente entender tudo que está por trás dos mistérios da cidade.

Para aqueles que ainda estão em dúvida se vale a pena assistir a série, assista, abaixo, o trailer da primeira temporada:





ÚLTIMA TEMPORADA


(Contém spoilers, não leia se ainda não assistiu)


Eu preciso admitir que é muita informação pra assimilar, muitos anos, muitas viagens no tempo e, também, entre mundos. Mas eu também preciso dizer que isso me faz amar ainda mais essa série, pois ela me faz querer entender, me faz querer parar várias vezes em cada episódio só pra ver se eu consigo compreender um pouco do que ela está querendo transmitir.

Eu amei o final, apesar de ter ficado triste por nada daquilo realmente existir, eu ainda queria um final feliz pro Jonas e pra Martha. Mas eu preciso admitir que o sacrifício deles foi admirável, foi um fim belo e trágico.

Queria que tivessem explicado a origem do Boris Niewald (Aleksander Tiedmann), mas talvez não tenham explicado porque ele não fazia parte do nó, então não teria relevância explicar ou não. No mundo original, acredito que ele pode simplesmente ter passado por Winden e ido embora ou, então, acabou morrendo no caminho. Fiquei um pouco decepcionada por isso, já que sempre torci muito por ele e pela Regina.

Por falar na Regina, mal consigo acreditar que ela é filha do Bernd Doppler e o Helge não. Eu acreditava que ela era filha do Tronte, mas ela não poderia existir no mundo original se realmente fosse, então não teria sentido tudo que sua mãe estava fazendo pra ela viver. A Cláudia nunca foi santa, mas eu nunca suspeitaria do seu relacionamento com o Bernd.

Em relação ao olho do Wöller, eu nunca me importei em saber ou não o que aconteceu, pois pra mim não fazia diferença na história, entretanto muitos fãs se importavam e acredito que ficaram desapontados ao verem que não houve uma explicação.

O personagem que mais manipulou os acontecimentos entre tempos e mundos: o filho de Martha e Jonas, o Sem Nome. Ele, com certeza, foi muito importante para tudo ocorrer como sempre ocorreu, como quando manipulou a assinatura do alvará de construção da usina nuclear. Sempre que ele aparecia eu ficava com um pouco de medo kkk, não entendo como a Agnes pôde acabar se envolvendo com ele (outra coisa que eu gostaria que a série tivesse explicado).

Eu sempre tive a impressão de que a Cláudia sabia algo que ninguém mais sabia. Ela se mostrou a personagem mais inteligente dessa trama, sério, ela conseguiu desatar todo esse nó entre os dois mundos por amor a sua filha! Isso foi incrível e muito corajoso por parte dela.

Descobrir que a Agnes e o Noah (ou Hanno) são filhos da Silja e do Bartosz foi uma surpresa, já que, anos mais tarde, o Noah mata o próprio pai, apesar de que esse tipo de coisa nem deveria me surpreender mais, não é? No início eu achava o Noah o maior vilão haha, mas fiquei com dó dele no final, pois ele foi levado a acreditar que iria alcançar o paraíso e, finalmente, poderia viver com sua família.

A mãe da Katharina foi péssima pra ela e, no fim, acabou matando a própria filha, mesmo que sem saber quem ela era, e jogou-a no lago com várias pedras na mochila. Apesar de não gostar da Katharina, acho que ela não merecia esse fim, porém, foi exatamente esse acontecimento que a tornou a mulher da lenda do lago.

Nessa última temporada eu também percebi que o Ulrich não presta e nunca vai prestar em nenhum mundo, que a Hannah sempre vai achar que precisa de um homem pra ser feliz e que eu prefiro o Magnus e a Franziska do mundo 2 que os do mundo 1 haha.

Eu acredito que dava pra ter feito pelo menos mais uma temporada, pois eu senti que foram muitas novidades pra uma só, sabe? Mas, fora isso, amei a última temporada e não tenho mais nada a reclamar. E vocês, o que acharam? Deixem aqui nos comentários!



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Você pode encontrar as imagens utilizadas nesse post em:



1 comentário


Adorei a forma com que você colocou, sua descrição é muita cativante, fiquei até com vontade de assistir :D

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